LIVRETO CELEBRATIVO
IMPOSIÇÃO DO BARRETE
AO REVERENDÍSSIMO CÔNEGO ARTHUR COSTA
PRESIDIDA POR DOM RAFAEL SOUZA
Catedral Notre Dame | 27.05.2026
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, os cônegos e o presidente dirigem-se ao altar com os ministros, durante o canto.
Chegando ao altar e feito a devoção reverência, beija-o em sinal de veneração. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Nº: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saudáveis:
Pres.: A graça e a paz aquilo que é, que era e que vem, estão convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reunimos no amor de Cristo.
O padre, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir a oração na missa do dia.
ORAÇÃO COLETA
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Senhor nosso Deus que pela efusão do Espírito Santos continue derramando vossas graças sobre estes vossos servos, a frente de seu ministério sacerdotal para a constante edificação da vossa Santa Igreja e do vosso santo sacrifício. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e rainha, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Nº: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA!
Veio o Filho do Homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos.
ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a vitória em voz baixa:
Diac.: Dá-me a tua bênção.
O dia diz em vozse:
Presidente:O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o teu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(1Pd 1, 18-25)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣. : O Senhor esteja convosco.
℣. : O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣. : Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Nº: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se por oportuno, incenso o livro e proclama o Evangelho.
℣. : Naquele tempo, os discípulos traçaram um caminho, subindo para Jerusalém. Jesus está na frente. Os discípulos estavam espantados, e os que estavam atrás estavam com medo. Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: “Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagosos. Vão zombar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois ressuscitará de três dias elerá”. Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir”. Ele perguntou: “O que quereis que eu te faça?” Eles responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!” Jesus então disse: "Você não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podem ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?" Eles responderam: “Podemos”. E ele disse: "Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. Mas não depende de mim o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado". Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: "Vocês sabem que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas, entre vocês, não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja seu servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos"
℣. : Palavra da Salvação.
Nº: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMÍLIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos os domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
IMPOSIÇÃO DO BARRETE DE CÔNEGO
Após a homília, o bispo faz um breve discurso sobre a importância do cabido de cônegos na vida da diocese, destacando seu papel de apoio ao ministério episcopal e ao serviço pastoral.
℣. : Aproxime-se o cônego eleito para a imposição do barrete.
Os novos prelados se aproximam do bispo, que os interroga, dizendo:
Pres.: Reverendíssimo Padre, a Santa Igreja lhe confia e afirma a continuação na missão que já prometestes e iniciastes, quando fostes ordenados presbítero.
Promete continuar o serviço da Santa Igreja no exercício de sua missão?
Cônegos: Prometo.
Pres.: Promete manter-se firme na missão sacerdotal à frente de tal ministério, contribuindo para a difusão da Palavra de Deus e celebrando o santo sacrifício?
Cônegos: Prometo.
Pres.: Promete respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?
Cônegos: Prometo.
Pres.: Que Deus todo-poderoso continue o bem que em vocês venham, acumulando-o de graças.
Nº: Amém.
BENÇÃO DO BARRETE
O bispo, de pé e com as mãos contínuas sobre o barrete disposto em uma mesa próxima, recita a seguinte oração:
Pres.: Senhor Deus, fonte de toda graça e santidade, abençoai este barrete que, como símbolo de dignidade e serviço, serão impostos ao seu servo eleito para o cabido desta Diocese. Que, sob a intercessão de São Paulo Apóstolo, sejam sempre fiéis no zelo pela Vossa Igreja e pela salvação das almas, exercendo com sabedoria e humildade os ofícios que lhes são confiados. Por Cristo, nosso Senhor.
Nº: Amém.
IMPOSIÇÃO DOS BARRETES
O cônego aproxima-se do bispo sendo um por vez. Ao receber o barrete, o cônego se ajoelha diante do bispo, que o coloca sobre sua cabeça, dizendo:
Pres.: Recebe este barrete, símbolo da dignidade de teu ofício. Que ele te inspire a servir com fidelidade e amor à Igreja de Cristo, para a glória de Deus e o bem do Seu povo.
Cônego: Amém.
Após receber o barrete, o cônego se levanta, faz uma reverência ao bispo e retorna ao seu lugar.
O bispo volta-se para a assembleia e faz a seguinte oração:
Pres.: Ó Deus, que chamais Vosso servo a desempenhar com dedicação e compromisso os ofícios sagrados, sustentai com Vossa graça a este que hoje foi investido com a dignidade de cônego de nossa Diocese. Que ele, guiado por Vosso Espírito, seja sempre defensor da fé e promotor da paz e da justiça em nossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.
Nº: Amém.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se for necessário, faça-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faça-se despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Presidente:O Senhor esteja convosco.
Nº: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres. : Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho+e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Pres. : Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho+e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diac. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus !
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.