MISSA DA POSSE DO REV PE HAMILTON
Ritos Iniciais
Canto de Entrada
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda profundidade, beija o altar em sinal de veneração e, se por oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
Antifona de Entrada
Dai paz, Senhor, aos que em vós esperam, para confirmar a veracidade dos vossos profetas; escutai as preces do vosso servo e vosso povo Israel. (Cf. Eclo 36, 18)Saudação
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Nº: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúde o povo:
Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
O disse responder:
℟.: Bendito seja Deus que nos reunimos no amor de Cristo.
O padre, o diácono ou outro ministro poderá, com palavras brevíssimas, introduzir a oração na Missa do dia.
Provisão Canônica | 041/2026 | Pe Hamilton Henrique.
Dioecesis Parisiensis_______________DOM MÁRCIO JÚNIORPOR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA TITULI DI THEUDALISBISPO DIOCESANO DE PARIS
Prot. N° 41/2026
Aos diletos filhos distribuídos por todo o nosso território, de modo particular, o Pe. Hamilton Henrique , saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo . Pela presente PROVISÃO , nomeamos Pároco da Paróquia São Germano, em Paris, no Vicariato santa Genoveva, o Revmo. Sr. Pe.Hamilton Henrique . No exercício do seu ofício deverá ter sempre as normas da Santa Igreja ( cc. 515 a 552 ) e cumprir com compromisso especial as funções pastorais e administrativas que estão especificadas nos cc. 528 a 535 . Tomará posse de seu ofício quando, diante da comunidade paroquial, esta Provisão para publicada, passando a dirigir a Paróquia sob nossa autoridade e nela ser o Pastor exercendo o múnus de ensinar, santificar e governar a Comunidade que lhe é confiável, como participante do ministério de Cristo. Esta Provisão será transcrita no Livro de Tombo da Paróquia e arquivada na Cúria Diocesana.
O presente entrará em vigor nos dados de sua publicação. Até não mandarmos o contrário se mantém e revogar todas as disposições aplicáveis.
Dado e passado na Cúria de Paris.11 de Setembro do ano da graça do Senhor de 2026.
Rev.mo deverá, com zelo e prudência:
1. Cuidar para que a Palavra de Deus seja confirmada e os fiéis leigos de sua comunidade tenham acesso à instrução nas verdades de fé em homilias cotidianas e em momentos catequéticos;
2. Cuidar para que a Santíssima Eucaristia seja o centro da comunidade;
3. Empenhar-se na celebração dos Sacramentos, na divulgação da oração em família, bem como na participação ativa da sagrada Liturgia;
4. Organizar a Liturgia de tal modo que, não apenas não se introduzam abusos, mas seja devidamente preparada e com zelo celebrada;
5. Esforçar-se no ofício do Bom Pastor, procurando conhecer os fiéis entregues aos seus cuidados, visitando as famílias, participando de suas angústias e dores, confortando-os, e corrigindo com prudência os que falharam;
6. Reconhecer e promover a parte própria que os fiéis leigos têm a missão da Igreja; incentivo suas associações, movimentos; cooperar com Bispo, com os Presbitério e com os fiéis em espírito de comunhão e participação, para que todos possam sentir-se membros da Igreja Católica e Apostólica;
7. Representar o santuário em todos os negócios jurídicos, e cuidar de seus bens;
8. Aplicar pelo povo as missas, e comunicar ao povo;
9. Executar em virtude do ofício, tudo o que lhe é atribuído ao Direito Canônico e às determinações oriundas da Sé Diocesana.
Esta disposição deverá ser tornada pública na conferência de apresentação, a fim de que a maior parcela do povo de Deus tome conhecimento de suas letras. A celebração poderá ser presidida pelo Bispo Diocesano da Diocese de Paris, pelos prelados auxiliares, pelo Vigário Episcopal da respectiva Região ou por outro sacerdote expressamente designado pelo ordinário local. Esta conferência deverá ser realizada obrigatoriamente durante uma Celebração Eucarística e deverá ser registrada em ata, assinada pelas autoridades eclesiásticas presentes e anexada aos arquivos diocesanos, onde se encontram os registros da chancelaria, e uma cópia armazenada nos arquivos do Seminário.
A presente provisão é concedida com validade, podendo ser renovada, modificada ou revogada conforme as necessidades pastorais desta Diocese. Revogam-se as disposições em contrário.
Recomendamos o pastoreio deste nosso irmão, com o rebanho presente nesta comunidade, ao patrocínio da Beatíssima Virgem Maria, Nossa Senhora da Assunção concebida sem pecado, para que ilumine sempre o caminho a ser seguido e fortaleça o desenvolvimento do trabalho evangelizador.
Dado e passado na sede da Cúria Diocesana de Mariana, ao décimo primeiro dia do mês de Setembro do ano jubilar arquidiocesano de dois mil e vinte e seis.
✠ Márcio CetnarskiBispo Diocesano
✠ José Roberto Bispo Auxiliar
Pe. Ian LimaChanceler do Bispado
✠DOM MÁRCIO CETNARSKI JÚNIORBispo Diocesano
✠ DOM JOSÉ ROBERTOBispo Auxiliar
Ato Penitencial - Forma C
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.
Após um momento de silêncio, o padre, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com "Senhor, tende piedade de nós":
(Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kyrie eléison. Há invocações alternativas para os diversos tempos.)
Pres.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que interceda por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
(segue a absolvição sacerdotal)
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Nº: Amém.
Ato Penitencial - Kýrie (forma alternativa
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Oração Coleta
Pres.: Ó Deus, vós que criais e governais todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos a ação da vossa misericórdia, dai-nos a graça de vos servir de todo o coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e rainha, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Liturgia da Palavra
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios
1 Coríntios 15:1-11Irmãos, quero lembrar-vos o Evangelho que vos preguei e que recebestes, e no qual estais firmes. Por ele sois salvos, se o estais guardando tal qual ele vos foi pregado por mim. De outro modo, vocês terão abraçado a fé em vão. Com efeito, transmiti-vos, em primeiro lugar, aquilo que eu mesmo tinha recebido, a saber: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que, ao terceiro dia, ressuscitou, segundo as Escrituras; e que apareceu a Cefas e, depois, aos cochilos. Mais tarde, apareceu mais de cinco irmãos de uma vez. Destes, a maioria ainda vive e alguns já morreram. Depois, apareceu a Tiago e, depois, apareceu aos apóstolos todos juntos. Por último, apareceu também a mim, como um abortivo. Na verdade, eu sou o menor dos apóstolos, nem mereço o nome do apóstolo, porque persigo a Igreja de Deus. É pela graça de Deus que eu sou o que sou. Sua graça para mim não foi estéril: a prova é que tenho trabalhado mais do que os outros apóstolos - não propriamente eu, mas a graça de Deus comigo. É isso, em resumo, o que eu e eles temos pregado e é isso o que crestes.
Leitor: Palavra do Senhor.
Nº: Graças a Deus.
Salmo Responsorial Sl 117(118)
℟.: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!
Leitor: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” A casa de Israel agora o diga: “Eterna é a sua misericórdia!” ℟.:
“A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me declarou, a mão direita do Senhor fez maravilhas!” Não morrerei, mas, ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor! ℟.:
Vós sois meu Deus, eu vos bendigo e agradeço! Vós sois meu Deus, eu vos exalto com louvores! ℟.:
Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Leitor: Vinde a mim, todos vós que estais cansados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor! (Mt 11, 28)
Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a vitória em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua vitória.
O dia diz em vozse:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
Lc 7,36-50℟.: Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, um fariseu encontrou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: “Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é um pecadora”. Jesus disse então ao fariseu: “Simão, tenho uma coisa para te dizer”. Simão respondeu: “Fala, mestre!” “Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinquenta. Como não fez com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?” Simão respondeu: “Acho que aquele é aquele ao qual perdoou mais”. Jesus lhe disse: “Tu julgaste corretamente”. Então, Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: “Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. Por essa razão, eu te declara: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados, porque ela mostrou muito amor à mulher: “Teus pecados estão perdoados”. Então, os convidados chegaram a pensar: “Quem é este que perdoa até pecados?” Mas Jesus disse à mulher: “Tua fé te salva. Vai em paz!"
Pres.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Homília
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos os domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias
Liturgia Eucarística
Preparação das Oferendas
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convença que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferta, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pão que recebeu de sua humildade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos ofereceis, e para nós se vai tornar o pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corpo.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho podemos participar da humanização do seu Filho, que se dignau assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebeu de vossa humildade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos doou, e para nós se vai tornar o vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corpo.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente enquadrado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incenso as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensou o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
à Oração
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por suas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Oração sobre as Oferendas
Pres.: Inclinai-vos, Senhor, às nossas súplicas e acolhei benigno as oferendas dos vossos fiéis, a fim de que os dons, que cada um trazido em vossa honra, sirvam à salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.
Prefácio Comum VIII
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: Nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Pres.: (cole aqui o texto oficial deste prefácio, a partir do Missal Romano, e depois marque "usar este" quando for celebrar com ele)
Santo
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Oração Eucarística I
(O sacerdote, de braços abertos, diz)
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traçar o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo
que aceitais e perdoais ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue
que oferecer, antes de tudo, pela sua Igreja santa e católica: concei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com nosso servo o Papa N., o nosso Bispo N.*, e todos os que guardam a fé católica que recebeu dos Apóstolos.
℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
Ⓗ Na missa com Batismo faz-se o Lembrai-vos, ó Pai Próprio.
Memento dos vivos
1C.: Lembrai-vos, ó Pai, dos nossos filhos e filhas NN
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que querem queimar.
De braços abertos, prossegue
e de todos os que circundam este altar, dos quais conhecem a fé e a dedicação ao seu serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
Ⓗ Nos domingos, no Natal do Senhor e Oitava, na Epifania, na Missa da Ceia do Senhor, na Vigília Pascal e Oitava Pascal, na ascensão e no Pentecostes, diz-se o Comunicantes próprios.
"Infra actionem"
2C.: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, ( Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião ) e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. ( Por Cristo, nosso Senhor. Amém. ) ℟.: Em comunhão com nossos Santos vos louvamos!
Ⓗ Da Vigília Pascal até o 2º Domingo da Páscoa e em outras graças específicas diz-se o Aceitai, ó Pai, próprio.
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com hold, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da comunicação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
( (Por Cristo, nosso Senhor. Amém ) .
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifícios espirituais perfeitos, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como exige a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveismãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a vitória de ação de graças, partiu o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em espírito.
:Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a vitória de ação de graças e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em estímulo.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, nossos servos, e também nosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à tua presença, no altar do céu, pelas mãos do teu santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do teu Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e graças do céu.
Une as mãos.
( Por Cristo, nosso Senhor. Amém ) .
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
Lembrança dos mortos.
De braços abertos, diz
3C.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas NN que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja gravar. De braços abertos, prossegue A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedai a tranquilidade, a luz e a paz. Une as mãos. ( Por Cristo, nosso Senhor. Amém ) . ℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Bate no peito, dizendo:
4C.: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedi, não por nossos méritos, mas por vossa humildade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, ( Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia ) e de todos os vossos Santos. Une as mãos. Por Cristo, nosso Senhor. E prossegue Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Doxologia
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
Oração do Senhor
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, combinamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que está nos céus, santificado seja o nosso nome; venha a nós o seu reino; seja feito à sua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os homens, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Saudação da Paz
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a tua Igreja; dai-lhe, segundo o seu desejo, a paz e a unidade. Vós, que é Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, cartunizado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se por oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
Fração do Pão
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos servimos para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz. Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e Agachado com o Espírito Santo, pela sua morte destes vida ao mundo, livrai-me por este seu santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumpra sempre a vossa vontade e jamais me separe de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o nosso Corpo e o nosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e especificações; mas, por vossa espera, proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas digo uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, acompanhado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarda para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarda para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Distribuição da Comunhão
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responder:
℣.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição do sagrado Comunhão, ao distribuir o sagrado Comunhão, proceda do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Oração de Comunhão Espiritual
℟.: Meu Jesus, eu creio que estão presentes no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo; uno-me convosco inteiramente. Não permita que eu volte a me separar de vocês. Amém.
Purificação dos Vasos Sagrados
Terminado a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservamos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Antifona da Comunhão
Quão preciosa é Vossa Misericórdia, Senhor! Os filhos dos homens refugiam-se à sombra das vossas asas. (Cf. SI 35, 18)Oração Depois da Comunhão
Pres.: Senhor, o senhor dom celeste penetre nossas mentes e nossos corpos, para que em nós prevaleça sempre, não o sentimento, mas a força deste sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
Ritos Finais
Bênção Final
Se necessário, faça-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faça-se despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Deus, de quem procede todo o bem, vos concede atenção o que é reto e força para o cumprir.
Nº: Amém.
Pres.: A quem trabalha, dê o fruto do seu trabalho; a quem procura, o encontro de sua presença; e concedo a todos a alegria de saber que ele os ama.
Nº: Amém.
Pres.: E vós, que aqui recebestes os dons de sua permanência, permanecerei sempre gratos e disponíveis para servi-lo em vossos irmãos.
Nº: Amém.
Pres.: E a vitória de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e perpetue para sempre.
Nº: Amém.
Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Nº: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.


