Livreto posse do Padre Philippus Silva | Pároco da Paróquia São Germano

 

MISSA DA POSSE DO REV PE PHILIPPUS SILVA.


Ritos Iniciais

Canto de Entrada

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

Antífona de Entrada

Com Cristo estou pregado na cruz; eu vivo, mas já não sou eu: é Cristo que vive em mim; vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. (Cf. Gl 2, 19-20)

Saudação

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.


Provisão canônica | 42/26 | Pe. Philippus Silva

 


Dioecesis Parisiensis
_______________

DOM MARCIO CETNARSKI
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA 
TITULI DI AQUILEIENSIS
BISPO DIOCESANO DE PARIS


Prot. N° 42/2026

Aos diletos filhos espalhados por todo o nosso território, de modo particular, o Padre Philippus Silva, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
 
    Pela presente PROVISÃO, nomeamos Pároco da Paróquia  São Germano, em Paris, no Vicariato (nome do vicariato), o Revmo. Sr. Padre Philippus Silva.
    No exercício do seu ofício deverá ter sempre as normas da Santa Igreja (cc. 515 a 552) e cumprir com especial empenho as funções pastorais e administrativas que estão especificadas nos cc. 528 a 535.
    Tomará posse de seu ofício quando, diante da comunidade paroquial, esta Provisão for publicada, passando a dirigir a Paróquia sob nossa autoridade e nela ser o Pastor exercendo o múnus de ensinar, santificar e governar a Comunidade que lhe é confiada, como participante do ministério de Cristo.
    Esta Provisão será transcrita no Livro de Tombo da Paróquia e arquivada na Cúria Diocesana.

O presente decreto entrará em vigor na data de sua publicação. Até não mandarmos o contrário se mantém e revoga todas as disposições contrárias.

Dado e passado na Cúria de Paris.
15 de outubro do ano da graça do Senhor de 2026.

 ✠ DOM MARCIO CETNARSKI JUNIOR
Bispo Diocesano



E eu, o subscrevi
Pe. Gabriel da Silva
Chanceler da Cúria Diocesana



PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE

O novo Pároco, diante do celebrante, faz a sua profissão de fé e juramento de fidelidade. 

O diácono ou o sacerdote responsável pelo Livro dos Evangelhos permanece à direita do Pároco, para que este possa tocar o Livro durante o juramento de fidelidade.

Eu, Padre N., creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: 

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. 

Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Eu, Padre N., ao assumir o ofício de Pároco da Paróquia Santa Joana D'arc, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos. 

Terminada a profissão de fé e fidelidade, o celebrante de pé prossegue com o ato penitencial.

Ato Penitencial - Forma C

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com "Senhor, tende piedade de nós":

(Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kyrie eléison. Há invocações alternativas para os diversos tempos.)

Pres.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

(segue a absolvição sacerdotal)

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

℟.: Amém.

Ato Penitencial - Kýrie (forma alternativa)

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.

Oração Coleta

Pres.: Ó Deus eterno e todo-poderoso, ornais o sagrado corpo da vossa Igreja com o testemunho dos santos mártires; fazei que o glorioso martírio de Santo Inácio de Antioquia, que hoje celebramos, assim como mereceu para ele o esplendor eterno, alcance para nós vossa constante proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Liturgia da Palavra

PRIMEIRA LEITURA

Leitura da carta de São Paulo aos Efésios

Ef 1,15-23

Irmãos, desde que soube da vossa fé no Senhor Jesus e do vosso amor para com todos os santos, não cesso de dar graças a vosso respeito quando me lembro de vós em minhas orações. Que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai a quem pertence a glória, vos dê um espírito de sabedoria que vo-lo revele e faça verdadeiramente conhecer. Que ele abra o vosso coração à sua luz, para que saibais qual a esperança que o seu chamamento vos dá, qual a riqueza da glória que está na vossa herança com os santos e que imenso poder ele exerceu em favor de nós que cremos, de acordo com a sua ação e força onipotente. Ele manifestou sua força em Cristo quando o ressuscitou dos mortos e o fez sentar-se à sua direita nos céus, bem acima de toda autoridade, poder, potência, soberania ou qualquer título que se possa nomear não somente neste mundo, mas ainda no mundo futuro. Sim, ele pôs tudo sob os seus pés e fez dele, que está acima de tudo, a cabeça da Igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal.

Leitor: Palavra do Senhor.

℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

Salmo Responsorial

Sl 8

℟.: Vós destes o domínio ao vosso Filho sobre tudo o que criastes.


Leitor: Ó Senhor nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo! Desdobrastes nos céus vossa glória com grandeza, esplendor, majestade. O perfeito louvor vos é dado pelos lábios dos mais pequeninos. ℟.:

Contemplando estes céus que plasmastes e formastes com dedos de artista; vendo a lua e estrelas brilhantes, perguntamos: “Senhor, que é o homem, para dele assim vos lembrardes e o tratardes com tanto carinho?” ℟.:

Pouco abaixo de Deus o fizestes, coroando-o de glória e esplendor; vós lhe destes poder sobre tudo, vossas obras aos pés lhe pusestes. ℟.:


ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

Terminada a segunda leitura (ou o Salmo Responsorial), sentando todos sentados. 

O novo Pároco se coloca de joelhos diante do bispo. 

O Diácono, ou sacerdote, que entrou com o Livro dos Evangelhos toma solenemente o Livro que está sobre o altar e entregue ao bispo. 

O presidente entrega o Livro dos Evangelhos ao novo Pároco, dizendo:

Pres.: Recebe este Evangelho de Cristo, do qual foste disponível. Transforma em fé viva o que lê, ensina aquilo que crês e procura realizar o que ensina.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Leitor: O Espírito Santo, a verdade, de mim irá testemunhar; e vós minhas testemunhas sereis em todo lugar. (Jo 15, 26b. 27a)

Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas

Lc 12,8-12

℟.: Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, o Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. Mas aquele que me renegar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus. Todo aquele que disser alguma coisa contra o Filho do Homem será perdoado. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. Quando vos conduzirem diante das sinagogas, magistrados e autoridades, não fiqueis preocupados em como ou com que vos defendereis ou com o que direis. Pois nessa hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer”.

Pres.: Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Homilia

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias


 novo Pároco se coloca diante do presidente. 

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Paróquia: Quero.

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Paróquia: Quero.

Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregue ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Paróquia: Quero.

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desenvolver o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Pároco: Quero, com a graça de Deus.

Ⓗ O Bispo diocesano:
Pres.: Promete reverência e obediência a mim e aos meus sucessores?
Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que projetou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição. 

Paróquia: Amém!


ENTREGA DE SÍMBOLOS E/OU OBJETOS LITÚRGICOS REPRESENTANDO O MINISTÉRIO ASSUMIDO

Pelo corredor central entram os símbolos e/ou objetos litúrgicos que representam o ministério reforçado. 

Os responsáveis, todos juntos, ambos até o meio da igreja. A partir daí entra um por vez. 
Sendo que o próximo continua a caminhada somente quando o símbolo e/ou objeto litúrgico anterior já tenha sido entregue.

Entrada e entrega das chaves da igreja: 
Pres: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiável. Desempenha com verdadeira caridade e alegria contínua a missão de Pároco, 
procurando em tudo agradar a Cristo,   o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.

Entrada e entrega do óleo dos catecúmenos: 
Pres: Recebe o óleo que será utilizado no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuidado para que a vida divina receba este sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis. 

Entrada e entrega da chave do sacrário:
Pres: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

Entrada e entrega da estola roxa:
Pres: Recebe a estola roxa, veste habitual para administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribuição aos pecadores como riquezas da misericórdia infinita do Senhor.

DECLARAÇÃO SOLENE DE EMPOSSADO COMO PÁROCO E SAUDAÇÃO

Pres: Eu, Dom Marcio, bispo diocesano de Paris declaro solenemente empossado como reitor do santuário sagrado coração de Jesus, o Reverendíssimo Sr.

ACOLHIDA DO PÁROCO

Pres: A paz esteja contigo .
Pároco: O amor de Cristo nos uniu.

Liturgia Eucarística

Preparação das Oferendas

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Convite à Oração

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Oração sobre as Oferendas

Pres.: Senhor, recebei com agrado o sacrifício de nossa devoção, assim como acolhestes Santo Inácio de Antioquia, trigo de Cristo, que, triturado pelos tormentos do martírio, se tornou pão sem mistura. Por Cristo, nosso Senhor.

Prefácio dos Santos Mártires I

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. O sangue que o(a) Santo(a) Mártir N. derramou, à imitação de Cristo, para a glória do vosso nome, manifesta as vossas maravilhas; assim, transformais a fragilidade humana em força e aos fracos dais coragem para o testemunho, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, com as Virtudes celestes, vos celebramos na terra louvando vossa majestade, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Oração Eucarística II

(Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta)

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.(Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue)

Pres.: Corações ao alto.

℟.: O nosso coração está em Deus.(O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta)

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.(O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.)

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, por vosso amado Filho, Jesus Cristo. Ele é a vossa Palavra, pela qual tudo criastes. Ele é o nosso Salvador e Redentor, que se encarnou pelo Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria. Ele, para cumprir a vossa vontade e adquirir para vós um povo santo, estendeu os braços na hora da sua paixão, a fim de vencer a morte e manifestar a ressurreição. Por isso, com os Anjos e todos os Santos, proclamamos vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!(O sacerdote, de braços abertos, diz)

Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade. (Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz) Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, (une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo) a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, (toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue) Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: (inclina-se levemente) (Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.) (Então prossegue) Do mesmo modo, no fim da ceia, (toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue) ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo: (inclina-se levemente) (Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.) Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé e do amor!

℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda! (O sacerdote, de braços abertos, diz)

Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;* que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N., com o nosso Bispo N.*, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

ⒷDomingos (exceto quando houver outro texto próprio, como nos casos abaixo):
[2C.:Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal;*]

Ⓗ No Natal do Senhor e Oitava, na Epifania, na Missa da Ceia do Senhor, na Vigília Pascal e Oitava Pascal, na ascensão e no Pentecostes, diz-se o Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja próprio.

Ⓗ Aqui, pode-se dizer, se for o caso, uma das intercessões próprias para ocasiões específicas.

Nas Missas pelos fiéis defuntos

[2C.: Lembrai-vos do vosso filho (da vossa filha) N., que (hoje) chamastes deste mundo à vossa presença. Tendo sido sepultado(a) com Cristo em sua morte, no Batismo, participe igualmente da sua ressurreição.]

2C.: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3c.: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (Santo Inácio de Antioquia) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos (une as mãos) por Jesus Cristo, vosso Filho. (Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo)

Doxologia

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

Oração do Senhor

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

Saudação da Paz

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

Fração do Pão

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.:Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz:dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Distribuição da Comunhão

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℣.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

Oração de Comunhão Espiritual

℟.: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo; uno-me convosco inteiramente. Não permitais que eu volte a separar-me de Vós. Amém.

Purificação dos Vasos Sagrados

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

Antífona da Comunhão

Eu sou trigo de Cristo, serei moído pelos dentes das feras, para tornar-me um pão sem mistura.

Oração Depois da Comunhão

Pres.: Senhor, sejamos revigorados pelo pão celeste que recebemos na celebração do martírio de Santo Inácio de Antioquia, para que não tenhamos apenas o nome de cristãos, mas o sejamos de fato pelas nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.


Ata de Posse | 039/26 | Pe. Philippus Silva

 

Dioecesis Parisiensis
_______________

DOM MÁRCIO JÚNIOR
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA 
TITULI DI THEUDALIS
BISPO DIOCESANO ELEITO DE PARIS



Prot. N° 039/2026

Aos diletos filhos distribuídos por todo o nosso território, de modo particular o Revmo. Padre Philippus Silva, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo .
 
    Ao décimo sétimo dia do mês de Outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Sumo Pontífice Sua Santidade o Papa Inocêncio II,o Vigario do Vicariato São Dionisio, Padre Gabriel Silva, na Paróquia São Germano às 13:00, em Solene celebra; Tomou posse , como Pároco da Paróquia São Germano, o Revmo. Pe.Philippus Silva. A Eucaristia foi Concelebrada pelos Revmos. Padres, abaixo-assinados. Estiveram apresenta um grande número de votos.
    No início da celebração foi feita a leitura da nomeação e disposição do Pároco da mesma, O Revmo. Padre Philippus Silva, fez a profissão de fé e prestou o juramento de fidelidade à Igreja diante do Vigário Episcopal Celebrante. O ato litúrgico foi realizado conforme as prescrições Canônicas. Fizeram-se presentes nessa celebração litúrgica, outros sacerdotes e fidelidade.
    A celebração passou normalmente com muita Piedade e devoção. Para perpetuar a memória, foi lavrada a presente ata, transcrita no livro do tombo paroquial e extraídas duas cópias, das quais uma será enviada à Cúria, uma deixará no arquivo paroquial e outra com o Padre empossado.

Dado e passado na Cúria de Paris.
16 de Setembro do ano da graça do Senhor de 2026.


✠Dom Márcio Cetnarski Júnior
Bispo Diocesano Eleito

  




Pe. Philippus Silva
Pároco empossado

Ritos Finais

Bênção Final

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Deus, de quem procede todo o bem, vos conceda reconhecer o que é reto e força para o cumprir.

℟.: Amém.

Pres.: A quem trabalha, dê o fruto do seu trabalho; a quem procura, o encontro de sua presença; e conceda a todos a alegria de saber que ele os ama.

℟.: Amém.

Pres.: E vós, que aqui recebestes os dons de sua bondade, permanecei sempre gratos e disponíveis para servi-lo em vossos irmãos.

℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

℟.: Amém.

Pres.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

℟.: Graças a Deus!

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

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