MISSA DA POSSE DO REV PE Philippus Silva
Antifona de Entrada
Saudação
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Nº: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúde o povo:
Pres.: Ó Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
O disse responder:
℟.: Bendito seja Deus que nos reunimos no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com palavras brevíssimas, introduzir a oração na Missa do dia.
Provisão Canônica | 041/2026 | Padre Filipe Silva
Dioecesis Parisiensis_______________
Dioecesis Parisiensis_______________DOM MÁRCIO JÚNIORPOR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA TITULI DI THEUDALISBISPO DIOCESANO DE PARIS
Prot. N° 41/2026
Aos diletos filhos distribuídos por todo o nosso território, de modo particular, o Pe. Philippus Silva , saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo . Pela presente PROVISÃO , nomeamos Pároco da Paróquia Santo Estevão , em Paris, no Vicariato são Dionísio, o Revmo. Sr. Pe.Philippus Silva No exercício do seu ofício deverá ter sempre as normas da Santa Igreja ( cc. 515 a 552 ) e cumprir com compromisso especial as funções pastorais e administrativas que estão especificadas nos cc. 528 a 535 . Tomará posse de seu ofício quando, diante da comunidade paroquial, esta Provisão para publicada, passando a dirigir a Paróquia sob nossa autoridade e nela ser o Pastor exercendo o múnus de ensinar, santificar e governar a Comunidade que lhe é confiável, como participante do ministério de Cristo. Esta Provisão será transcrita no Livro de Tombo da Paróquia e arquivada na Cúria Diocesana.
O presente entrará em vigor nos dados de sua publicação. Até não mandarmos o contrário se mantém e revogar todas as disposições aplicáveis.
Rev.mo deverá, com zelo e prudência:
1. Cuidar para que a Palavra de Deus seja confirmada e os fiéis leigos de sua comunidade tenham acesso à instrução nas verdades de fé em homilias cotidianas e em momentos catequéticos;
2. Cuidar para que a Santíssima Eucaristia seja o centro da comunidade;
3. Empenhar-se na celebração dos Sacramentos, na divulgação da oração em família, bem como na participação ativa da sagrada Liturgia;
4. Organizar a Liturgia de tal modo que, não apenas não se introduzam abusos, mas seja devidamente preparada e com zelo celebrada;
5. Esforçar-se no ofício do Bom Pastor, procurando conhecer os fiéis entregues aos seus cuidados, visitando as famílias, participando de suas angústias e dores, confortando-os, e corrigindo com prudência os que falharam;
6. Reconhecer e promover a parte própria que os fiéis leigos têm a missão da Igreja; incentivo suas associações, movimentos; cooperar com Bispo, com os Presbitério e com os fiéis em espírito de comunhão e participação, para que todos possam sentir-se membros da Igreja Católica e Apostólica;
7. Representar o santuário em todos os negócios jurídicos, e cuidar dos seus bens;
8. Aplicar pelo povo as missas, e comunicar ao povo;
9. Executar em virtude do ofício, tudo o que lhe é atribuído ao Direito Canônico e às determinações oriundas da Sé Diocesana.
Esta disposição deverá ser tornada pública na conferência de apresentação, a fim de que a maior parcela do povo de Deus tome conhecimento de suas letras. A celebração poderá ser presidida pelo Bispo Diocesano da Diocese de Paris, pelos prelados auxiliares, pelo Vigário Episcopal da respectiva Região ou por outro sacerdote expressamente designado pelo ordinário local. Esta conferência deverá ser realizada obrigatoriamente durante uma Celebração Eucarística e deverá ser registrada em ata, assinada pelas autoridades eclesiásticas presentes e anexada aos arquivos diocesanos, onde se encontram os registros da chancelaria, e uma cópia armazenada nos arquivos do Seminário.
A presente provisão é concedida com validade, podendo ser renovada, modificada ou revogada conforme as necessidades pastorais desta Diocese. Revogam-se as disposições em contrário.
Recomendamos o pastoreio deste nosso irmão, com o rebanho presente nesta comunidade, ao patrocínio da Beatíssima Virgem Maria, Nossa Senhora da Assunção concebida sem pecado, para que ilumine sempre o caminho a ser seguido e fortaleça o desenvolvimento do trabalho evangelizador.
Dado e passado na Cúria de Paris.20 de Setembro do ano da graça do Senhor de 2026.
✠DOM MÁRCIO CETNARSKI JÚNIORBispo Diocesano
Ato Penitencial - Forma C
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: O Senhor disse: "Quem dentre nós somos sem pecado, atire a primeira pedra". Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Após um momento de silêncio, o padre, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com "Senhor, tende piedade de nós":
(Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kyrie eléison. Há invocações alternativas para os diversos tempos.)
Pres.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que interceda por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
(segue a absolvição sacerdotal)
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Nº: Amém.
Ato Penitencial - Kýrie (forma alternativa)
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Oração Coleta
Pres.: Ó Deus, que resumistes toda a sagrada lei no amor a vós e ao próximo, concedei-nos que, observando os vossos mandamentos, mereçamos chegar à vida eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e rainha, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Liturgia da Palavra
Leitura do Livro do Eclesiastes
Ecl, 3,1-11Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para tudo o que acontece debaixo do céu. Tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher a planta. Tempo de matar e tempo de salvar; tempo de destruição e tempo de construção. Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar. Tempo de atirar pedras e tempo de as amontoar; tempo de abraçar e tempo de se separar. Tempo de buscar e tempo de perder; tempo de salvar e tempo de esbanjar. Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar. Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz. Quais são os benefícios que o trabalhador tira do seu esforço? Observei a tarefa que Deus impôs aos homens, para que nela se ocupassem. As coisas que ele fez são todas boas no tempo oportuno. Além disso, ele dispôs que eram permanentes; no entanto o homem jamais chega a conhecer o princípio e o fim da ação que Deus realiza.
Leitor: Palavra do Senhor.
Nº: Graças a Deus.
Salmo Responsorial
Sl 143(144)℟.: Bendito seja o Senhor, meu rochedo.
Leitor: Bendito seja o Senhor, meu rochedo. Ele é meu amor, meu refúgio, libertador, fortaleza e abrigo. É meu escudo: é nele que espero. ℟.:
Que é o homem, Senhor, para vós? Por que dele cuidais tanto assim e no filho do homem pensais? Como o sopro de vento é o homem, os seus dias são sombra que passa. ℟.:
Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Leitor: Veio o Filho do Homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos. (Mc 10, 45)
Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a vitória em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua vitória.
O dia diz em vozse:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
Lc 9,18-22℟.: Glória a vós, Senhor.
Aconteceu que Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então, Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?” Eles responderam: “Uns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; mas outros acham que é algum dos antigos profetas que ressuscitou”. Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”. Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
Pres.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Homília
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos os domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias
Liturgia Eucarística
Preparação das Oferendas
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convença que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferta, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pão que recebeu de sua humildade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos ofereceis, e para nós se vai tornar o pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corpo.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho podemos participar da humanização do seu Filho, que se dignau assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebeu de vossa humildade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos doou, e para nós se vai tornar o vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corpo.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente enquadrado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incenso as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensou o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
À Oração
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restaurada na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por suas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Oração sobre as Oferendas
Pres.: Acolhei benigno, Senhor, nós vos pedimos, as oferendas do nosso povo, para que alcancemos pelos celestes sacramentos ou que professemos filialmente pela fé. Por Cristo, nosso Senhor.
Prefácio Comum III - Louvor a Deus pela criação e salvação do gênero humano
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: Nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, por meio do seu Filho muito amado, então não é somente o criador do gênero humano, mas também o autor misericordioso da sua redenção. Por isso, com razão vos servem todas as criaturas, os redimidos vos prestam o devido louvor e unânimes vos bendizem vossos Anjos e Santos. Também nós vos celebramos com alegria e cantamos ( dizemos ) a uma só voz:
Santo
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Oração Eucarística III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos concedes em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz)
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentam para serem consagradas
(une as mãos e traçar o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo ✠ e o Sangue de teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos celebrariam estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como exige a sua natureza.
Pres.: Na noite em que foi entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco acima do altar, prossegue:
Jesus deu o pão, pronunciou a vitória de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em espírito.
Então prossegue
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a vitória de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em estímulo.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com manter a oblação da vossa Igreja e consideramos nela o sacrifício que nos reconciliaiou convosco; Concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C.: Que o mesmo Espírito faz de nós uma eterna oferta para alcançarmos a herança com os seus eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os seus santos Apóstolos e gloriosos Mártires,e todos os Santos, que não cessem de interceder por nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma oferta perfeita!
2C.: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa N. e o nosso Bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimidos. ** Atendei propício às preces desta família, que se reúne em sua presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
(**) Ⓗ Se for o caso, pode-se dizer o Atendimento propício próprio para algumas graças específicas.
Ⓗ Nas Missas pelos fiéis defuntos, pode-se dizer a intercessão própria.
3C.: Acolhei com segurança no seu reino os irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na sua amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
umas as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Doxologia
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
Oração do Senhor
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, combinamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que está nos céus, santificado seja o nosso nome; venha a nós o seu reino; seja feito à sua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os homens, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Saudação da Paz
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a tua Igreja; dai-lhe, segundo o seu desejo, a paz e a unidade. Vós, que é Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, cartunizado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se por oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e aos outros ministros.
Fração do Pão
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos servimos para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz. Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e Agachado com o Espírito Santo, pela sua morte destes vida ao mundo, livrai-me por este seu santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumpra sempre a vossa vontade e jamais me separe de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o nosso Corpo e o nosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e especificações; mas, por vossa espera, proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Quem vem minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.
Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas digo uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, acompanhado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarda para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarda para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Distribuição da Comunhão
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responder:
℣.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição do sagrado Comunhão, ao distribuir o sagrado Comunhão, proceda do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Oração de Comunhão Espiritual
℟.: Meu Jesus, eu creio que estão presentes no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo; uno-me convosco inteiramente. Não permita que eu volte a me separar de vocês. Amém.
Purificação dos Vasos Sagrados
Terminado a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservamos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Antifona da Comunhão
Os vossos mandamentos vós nosdestes, para serem fielmente observados. Que seja bem firme a minha vida em cumprir sua vontade e sua lei! (Cf. Sl 118, 4-5)Oração Depois da Comunhão
Pres.: Sustentai, Senhor de esperança, com vosso constante auxílio, os que reconfortais com os vossos sacramentos, para podermos colher os frutos da redenção na liturgia e na vida. Por Cristo, nosso Senhor.
Ata de Posse | 039/26 | Pe. Filipe Silva
Ritos Finais
Bênção Final
Se necessário, faça-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faça-se despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Deus, de quem procede todo o bem, vos concede atenção o que é reto e força para o cumprir.
Nº: Amém.
Pres.: A quem trabalha, dê o fruto do seu trabalho; a quem procura, o encontro de sua presença; e concedo a todos a alegria de saber que ele os ama.
Nº: Amém.
Pres.: E vós, que aqui recebestes os dons de sua permanência, permanecerei sempre gratos e disponíveis para servi-lo em vossos irmãos.
Nº: Amém.
Pres.: E a vitória de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e perpetue para sempre.
Nº: Amém.
Pres.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
Nº: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.


