LIVRETO CELEBRATIVO SANTA MISSA DE INVESTIDURA DO COROINHA
byPadre Arthur Costa•
SANTA MISSA DA TERÇA-FEIRA DA 9ª SEMANA DO TEMPO COMUM
06.06.2026
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Sl 24, 16. 18)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Olhai para mim, Senhor, e tende compaixão, porque sou pobre e estou sozinho. Considerai minha miséria e sofrimento e concedei vosso perdão aos meus pecados.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.:Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.:Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.:Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
O povo responde:
℟.:Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.:No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.:Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.:Senhor, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.:Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.:Cristo, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.:Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.
O povo responde:
℟.:Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.:Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.:Amém.
ORAÇÃO COLETA
Pres.:Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;
Ó Deus, cuja providência jamais falha, nós vos pedimos humildemente: afastai de nós o que é nocivo, e concedei-nos tudo o que for útil. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.:Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
( 2Tm 4,1-8)
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor:Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo.
Caríssimo, diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de vir a julgar os vivos e os mortos, e em virtude da sua manifestação gloriosa e do seu Reino, eu te peço com insistência: proclama a palavra, insiste oportuna ou importunamente, argumenta, repreende, aconselha, com toda a paciência e doutrina. Pois vai chegar o tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas, com o prurido da curiosidade nos ouvidos, se rodearão de mestres ao sabor de seus próprios caprichos. E assim, deixando de ouvir a verdade, se desviarão para as fábulas. Tu, porém, mostra vigilância em tudo, suporta o sofrimento, desempenha o teu serviço de pregador do evangelho, cumpre com perfeição o teu ministério. Sê sóbrio. Quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos que esperam com amor a sua manifestação gloriosa.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor:Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟.:Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 70(71),8-9.14-15ab.16-17.22 (R. cf. 15a)
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
℟.Minha boca anunciará vossa justiça.
— Vosso louvor é transbordante de meus lábios, cantam eles vossa glória o dia inteiro. Não me deixeis quando chegar minha velhice, não me falteis quando faltarem minhas forças! ℟.
— Eu, porém, sempre em vós confiarei, sempre mais aumentarei vosso louvor! Minha boca anunciará todos os dias vossa justiça e vossas graças incontáveis. ℟.
— Cantarei vossos portentos, ó Senhor, lembrarei vossa justiça sem igual! Vós me ensinastes desde a minha juventude, e até hoje canto as vossas maravilhas. ℟.
— Então, vos cantarei ao som da harpa, celebrando vosso amor sempre fiel; para louvar-vos tocarei a minha cítara, glorificando-vos, ó Santo de Israel! ℟.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Cf. Ef 1, 17-18)
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.:Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.:O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho✠e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.:Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc 12,38-44)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:O Senhor esteja convosco.
℟.:Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.:Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.:Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho. ℣.:Naquele tempo, Jesus dizia, no seu ensinamento, à multidão: "Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação". Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias. Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada. Jesus chamou os discípulos e disse: "Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver".
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.:Palavra da Salvação.
Todos respondem:
℟.:Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
ELEIÇÃO DO CANDIDATO AO SERVIÇO DO SANTO ALTAR
2. Proclamado o Evangelho, o pároco senta-se na cadeira preparada na frente do altar e o coordenador convoca os candidatos:
℣.: Aproxime-se o que será investido Servidore do Santo Altar.
E chama-os um por um pelos seus nomes e estes se aproximam-se do pároco, respondendo:
Eleito:Presente!
E se aproxima do pároco, fazendo-lhe uma reverência e, em seguida, voltando para seus lugares.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
4. Terminada a homilia, o pároco, volta para a cadeira preparada em frente do altar e diz:
Pres.: Querido candidato a Servidore do Santo Altar daqui por diante ajudarás o vosso pároco e os outros sacerdotes na celebração da Missa, bem como nas demais celebrações litúrgicas, sobretudo apresentando-lhes o missal e servindo os no que for preciso quando eles estiverem no altar.
Procurai, tu mesmo, participar com muita fé na celebração da Missa, descobrindo o sentido íntimo daquilo que realizas e oferecendo-te todos os dias a Deus, para servir a Jesus Cristo com a maior dedicação.
Quando fores servir ao altar, onde o pão e o vinho se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo, estejas sempre preparado para receber a Sagrada Comunhão, para a qual Jesus nos convida ao dizer: Tomai todos e comei, tomai todos e bebei.
Amai muito a vossa comunidade paroquial, estando ao seu serviço com alegria e disponibilidade, e vivendo segundo o mandamento que o Senhor deu aos seus discípulos na última Ceia ao dizer-lhes: Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei.
PROPÓSITO DO ELEITO AO SERVIÇO DO SANTO ALTAR
5. Terminada a homilia, o candidato avançam até perto do pároco e ajoelha-se diante dele. O pároco interroga-o acerca das suas disposições:
Pres.:Queres, como membro do Grupo de Servidores do Santo Altar, servir esta paróquia na sua Liturgia, sobretudo na celebração da santa Missa?
Eleito: Sim, quero.
Pres.: Queres comprometer-vos a realizar o vosso serviço de Servidor nos domingos e festas que vos forem indicados?
Eleito: Sim, quero.
Pres.:Queres dar bom testemunho de Jesus Cristo, na vossa família, na escola, faculdade e em toda a parte, sendo amigo de toda a gente e apóstolo dos outros jovens?
Eleito: Sim, quero com a ajuda de Deus.
6. O candidato fica de pé diante do altar e o padrinho com a túnica e a sobrepeliz, em gesto de apresentação. Todos os fiéis se levantam.
Pres.: Oremos. Bendito sejais, Pai santo, que por vosso Filho Unigênito sumo e eterno sacerdote da Nova Aliança chamais alguns fiéis para servirem o vosso povo nas suas celebrações litúrgicas.
Une as mãos
Fazei que estas túnicas e sobrepelizes, santificadas pela Vossa + bênção, sejam verdadeiro sinal da piedade destes jovens, e os ajudem a aumentar a sua devoção e compromisso para com o Vosso Reino de justiça e paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
℟.: Amém.
7. Aqueles que acompanham o candidato ajudam a vestir a túnica, e em seguida o pároco recebe a sobrepeliz do padrinho, apresenta ao candidato para que a beije-a e o reveste. Enquanto isso se pode fazer um fundo instrumental ou um canto a escolha.
8. Depois de revestido, o pároco, dirigindo-se ao candidato, diz-lhe:
Pres.: A partir de agora fazeis parte da Pastoral dos Servidores do Santo Altar da nossa paróquia.
A assembleia manifesta a sua alegria, dizendo:
℟.:Graças a Deus.
9. O pároco e os que acompanharam o jovem saúdam-no com um abraço, e pode-se cantar um cântico apropriado.
10. Terminada a nomeação, a Missa prossegue como de costume. Diz-se o Credo Niceno Constantinopolitano bem como a Oração Universal. Nesta, inserem-se súplicas especiais pelos novos membros do Grupo dos Servidores.
PROFISSÃO DE FÉ
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos para celebrar os mistérios da nossa Redenção, roguemos ao Deus todo-poderoso que o mundo inteiro seja lavado na fonte de toda bênção e toda vida.
℟.: Senhor, escutai a nossa prece.
A) Por todos aqueles que se consagraram a Deus, para que, com seu auxílio, guardem fielmente o que prometeram, roguemos ao Senhor.
B) Pela paz das nações, para que, afastado todo conflito, os povos sirvam a Deus com espírito de paz, roguemos ao Senhor.
C) Pelos idosos que sofrem na solidão ou na doença, para que sejam reconfortados por nossa caridade fraterna, roguemos ao Senhor.
D) Por todos nós aqui reunidos, para que saibamos usar os bens terrenos que nos foram concedidos por Deus, de tal modo que tenhamos os nossos corações fixos nos bens celestes, roguemos ao Senhor.
Pres.: Sede propício, ó Deus, às suplicas de vosso povo, para que, sem demora, alcancemos de vossa bondade o que, por vossa inspiração, pedimos cheios de fé. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.:Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: ℟.: Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio: ℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio: Pres.:Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação. Coloca o cálice sobre o corporal. Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: ℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio: Pres.:De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.:Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.:Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.:Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.:Senhor, confiantes em vosso amor de Pai, acorremos com nossos dons ao santo altar. Concedei-nos que, ao celebrarmos os vossos mistérios, sejamos purificados por vossa graça santificadora. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
℟.:Amém.
PREFÁCIO COMUMIX
(A glória de Deus é o homem vivo)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.:O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.:Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.:Corações ao alto.
O povo:
℟.:O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.:Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:
℟.:É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.:Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vós sois o único Deus vivo e verdadeiro; os céus e a terra estão repletos da vossa presença, mas é sobretudo na pessoa humana, criada à vossa imagem, que deixastes o sinal da vossa glória. Vós a chamais a colaborar pelo trabalho de cada dia na obra da criação, e lhe dais o vosso Espírito, para que seja artífice da justiça e da paz, em Cristo, o homem novo. Por isso, vos louvamos com os Anjos e todos os Santos, cantando (dizendo) alegremente a uma só voz:
SANTO
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.:Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.:Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.:Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e ✠ o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
A assembleia aclama:
℟.:Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.:Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente;
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue;
Pres.:Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente;
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.:Mistério da fé para a salvação do mundo.
A assembleia aclama:
℟.:Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.:Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama:
℟.:Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.:Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama:
℟.:O Espírito nos una num só corpo!
1C:Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro)e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
℟.:Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C:Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa N. e o nosso Bispo N.*, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
**Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.:Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
3C:Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.:Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.:Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.:Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.:Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.:Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.:Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.:Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.:Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta: Pres.:A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde: ℟.:O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.:Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.:Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.:Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Pres.:Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.:Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio; e reverentemente comunga o Corpo de Cristo,
Pres.:Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Pres.:Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.:O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.:Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos:Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Sl 16, 6)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.:Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me!
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Pres.:Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Governai, Senhor, pelo vosso Espírito os que alimentais com o Corpo e o Sangue do vosso Filho. Dai-nos proclamar a nossa fé não somente em palavras, mas também pela verdade das nossas ações, para que mereçamos entrar no reino dos céus. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.:Amém.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.:O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.:Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo: Pres.:Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo. O povo responde: ℟.:Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Diác. ou Pres.:A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
℟.:Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.